sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ore pelo povo do Haiti






São familias e crianças que precisam de nossas orações, crianças que ficarão marcadas, que perderam não somente os pais e a família, mas toda a alegria de sua infancia. Se voce tem condições financeiras ajude, se não, ao menos ore por eles.







segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Resposta aos recadinhos!!

Olá amadas!
Fiz um blog exclusivo para poder postar as historinhas, musicas e dancinhas que tenho apresentado, inclusive a que apresentei na Igreja de voces e no Colégio Cristão, está tudo lá, ok?

http://criancasnocoracaodopai.blogspot.com/

Abraços, Deus abençoe

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010



SNAP O JOGO DA SEXUALIDADE

A primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade elas são um código de um jogo chamado SNAP para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao ato sexual completo. 'Snap' é uma palavra inglesa que significa quebrar, partir, rebentar, etc.. Note-se que não se trata de nenhum tipo de violência, mas de uma atividade pacífica que é aceita por ambas as partes.

As pulseiras podem facilmente confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares de jovens e adolescentes em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custam apenas uns centavos em qualquer banca de esquina.

Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os jovens estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.

código das cores:

Amarela - abraço
Rosa - mostrar o peito
Laranja - dentadinha de amor
Roxa - serve para identificar lésbicas.
Vermelha - lap dance (de dança erótica)
Verde - sexo oral a ser praticado pelo rapaz
Branca - a menina escolhe o que lhe apetecer
Azul - sexo oral a ser praticado pela menina
Preta – menina faz sexo na posição papai – mamãe com quem arrebentou a pulseira independentemente da vontade

Cinza- Não quero sexo

Dourada – Fazer tudo que as outras cores pedem





Símbolo de respeito

Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é excluído e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. “No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela”, conta a criança de 12 anos.



Tipo de jogo não é recente
Na história recente temos diversos casos semelhantes de “organização sexual”. Nos anos 70 a comunidade gay de Nova York criou um código denominado hunk code, ou ainda bandana code. Consistia em usar no bolso de trás da calça lenços de cores variadas. Cada cor determinava uma ação sexual.



Nos anos 90 eram muito populares aqui no Brasil as festas da porca e do parafuso. Na entrada da festa, os rapazes ganhavam um parafuso e as moças uma porca. Em determinado momento da festa, começava a procura de quem estava com a peça correspondente. Quando o parafuso encaixava na porca, formava-se um casal. Se esses decidissem, ficariam juntos aquela noite.



Esses dois exemplos que citei, geralmente aconteciam entre pessoas maiores de idade, em bares e boates. Hoje este tipo de jogo está se estendendo para a escola e para o cotidiano de crianças e adolescentes.

Muitos adolescentes contestam a versão de que o jogo Snap seja voltado para o sexo, e dizem que a pessoa só faz o que quiser. Ao mesmo tempo, outros adolescentes colocam que é sim um jogo sexual, que a prática de sexo é o ponto central.

Como era de se esperar, pais e professores ficaram espantados com esse comportamento. Imaginar que até crianças estão usando as tais pulseiras, deixaria qualquer pai e mãe aflitos. Alguns colégios aqui de Curitiba já proibiram sumariamente o uso das pulseiras dentro do ambiente escolar. Em outros, a posição é de que o uso das pulseiras pode acarretar em situações embaraçosas e de risco, e alertam os pais sobre isso. O risco estaria fora do ambiente escolar, pois outro grupo que poderia usar o jogo e levar a criança ou adolescente a uma situação de perigo. Dentro da escola não seria o problema, mas sim fora dela.

A meu ver, as escolas estão tomando medidas pontuais, sendo que a verdadeira atitude deveria ser tomada em casa. O debate está lançado, muitos filhos terão que dar explicações nos próximos dias. Assim como muitos colégios terão que pensar em quais medidas tomar.


Aos pais que não estão sabendo o que fazer, recomenda-se cautela. Primeiramente tenha uma boa conversa com o seu filho, isso pode ajudar bastante. Lembrando-se de tentar manter sempre o mesmo tom, sem se exaltar e nem partir para atitudes mais impulsivas. Procure ouvir o seu filho, tente descobrir como é que o grupo dele está usando as pulseiras. É claro que você pai, e você mãe estão preocupados com a situação. Com receio de que seu filho esteja praticando sexo a partir de um jogo de adolescentes.

Se no seu entendimento o seu filho deve parar de usar as pulseiras, faça isso. Porém, esteja ciente que a maneira pela qual for tratado o assunto, o seu filho pode se interessar ainda mais. Há aquele velho ditado “Tudo que é proibido é melhor”. Você mais do que ninguém conhece o seu filho, sabe como foi a criação e saberá por onde ir. Lembre-se apenas que a repressão cega e sem justificativas pode atiçar ainda mais a curiosidade.


Acredito que toda essa polêmica é reflexo do nosso estado atual de coisas. A geração de que hoje está com 10 a 18 anos, está sem referências. Estão completamente perdidos. Esse tipo de jogo é uma tentativa de reforçar a identidade grupal e individual. Outra questão bastante importante que essa polêmica me remete, é a da banalização do sexo
Diálogo antes de proibição

A psicóloga Fernanda Gorosito, da clínica Criança em Foco, diz que os pais não devem agir de forma apressada se perceberem que seus filhos compraram ou ganharam as pulseiras. “A proibição vai causar maior curiosidade. Para as crianças, não passa de uma brincadeira, elas não entendem a conotação do ato. Os pais precisam conversar para explicar que isso pode ser um ato de desrespeito com o próprio corpo”, diz a psicóloga. Ela explica que a partir dos 8 anos as crianças começam a diferenciar o masculino do feminino e a mostrar sentimento pelos colegas. Por isso alguns chamam um amigo de namorado, ou namorada, sem sequer trocar um beijo. “O namoro nessa idade consiste em tomar o lanche juntos, por exemplo. Eles estão desenvolvendo o gostar, o diferenciar os sexos. Mas ainda não têm noção do que é desejo sexual, o que vão desenvolver somente na adolescência”, diz a psicóloga. Ela reafirma, no entanto, que mesmo para adolescentes essa orientação sobre respeito ao corpo deve partir dos pais, que com calma precisam estabelecer os limites, determinado com diálogo.


Fonte : recebi de amigos psicologos por email.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Plenarinho o jeito criança de ser cidadão

Olá pessoal, crianças e educadores!!

Visitem o site da câmara dos deputados, lá tem um cantinho especialmente criado para as crianças opinarem, se manifestarem , participarem como cidadãs e também há muitas atividades e diversão, como a sala de leitura, onde as crianças podem ouvir muitas histórias dos melhores escritores infantis como Ruth Rocha!!!


Visite: http://www.plenarinho.gov.br

sábado, 14 de novembro de 2009

As crianças e a aprendizagem

Como as crianças aprendem?
Todas ao mesmo tempo? Todas da mesma maneira?
Por que aprenderam algumas coisas melhor que outras?
Como ensinar para obter um melhor aprendizado?
Essas perguntas são feitas entre os educadores há bem pouco tempo.
Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de "jeito" do professor.
Atualmente existem outras idéias sobre aprendizagem. Elas são o produto do trabalho de certos educadores e psicólogos que têm procurado responder as perguntas apresentadas no início deste texto. O campo de estudo desses pesquisadores chama-se Psicologia Cognitiva (piscologia é a ciência que estuda o pensamento e as emoções; a palavra cognitiva refere-se ao conhecimento).
Os conceitos da Psicologia Cognitiva aplicam-se ao conhecimento e à aprendizagem em geral e naturalmente valem para o conhecimento matemático. Essas idéias não negam completamente as idéias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. E esta é a diferença: o que se procura através da Psicologia Cognitiva é favorecer o aprendizado com compreensão.
A Psicologia Cognitiva fez importantes decobertas sobre o pensamento da criança. Os pesquisadores concluíram que:
a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
b) cada criança pensa diferentemente de outra;
c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.
Vamos exemplificar esta última afirmação. Experimentemos mostrar a uma criança duas bolachas iguais, uma inteira e a outra partida em quatro pedaços. Quase todas as crianças de cinco anos de idade vão dizer que as quantidades de bolacha não são iguais. Muitas vão achar que há maior quantidade na bolacha em pedaços. Já as crianças mais velhas reconhecerão facilmente que as quantidades são iguais.
Esse exemplo mostra um fato comum: em certos estágios do pensamento as crianças pensam que a disposição das partes altera a quantidade. Por isso, para as crianças pequenas, pode parecer que a quantidade de bolacha aumenta se ela for partida em pedaços.

Os pesquisadores da Psicologia Cognitiva também elaboraram idéias sobre o que é aprender. Eles declaram que aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio.
Assim, para a Psicologia Cognitiva, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.
A Psicologia estudou também quais objetos ou atividades ajudam a aprender. Ela tem mostrado que o pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e idéias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.
Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações comerciais (compras, pagamentos, trocas) costumam ser mais capazes de resolver problemas matemáticos envolvendo esses assuntos do que crianças que não tiveram tais experiências.
É justamente esta última idéia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta.


A matemática e a necessidade de materiais concretos
(tópico 2)
No caso da matemática parece ser mais difícil fazer a criança explorar o mundo à sua volta, porque as noções matemáticas nem sempre aparecem com clareza nas situações do cotidiano. Por isso, procura-se criar um mundo artificial que facilita a exploração pela criança.
Esse mundo artifical é constituído, em grande parte, por materiais concretos que a criança pode manipular, montar, etc. São objetos ou conjuntos de objetos que representam as relações matemáticas que os alunos devem compreender. Frisamos que as relações matemáticas não estão nos objetos em si. Elas podem se formar na cabeça da criança, desde que o material seja bem utilizado.
Exemplos desses materiais concretos são o ábaco e o material dourado, que já foram examinados por nós nos módulos anteriores. Eles são utilizados na aprendizagem das regras de nosso sistema de numeração e das técnicas operatórias, temas fundamentais da matemática nas séries iniciais do 1º grau.
Além do ábaco e do material dourado, existem muitos outros materiais que podem ser usados no aprendizado da matemática. Apesar da importância dos materiais na aprendizagem e da quantidade de escritos teóricos sobre eles, os materiais em si podem ser muito simples, facéis de construir e substituíveis (quando não se consegue obter um tipo de material, pode-se substituí-lo por outro, sem muita dificuldade).


A utilização adequada dos materiais
(tópico 3)
Parece-nos necessário, porém, alertar o professor sobre alguns elementos importantes na utilização de materiais concretos.
Já dissemos que noções matemáticas se formam na cabeça da criança e não estão no próprio material. Dissemos ainda que o material favorece o aprendizado, desde que seja bem utilizado.
Vejamos o que significam essas duas afirmações, em termos práticos:
Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre sua organização. Após algum tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a manifestarem sua opinião. Em resumo, são essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do aluno, pois, como dissemos, é só ele mesmo que pode formar as noções matemáticas.
A partir da observação e manipulação, da troca de idéias entre alunos e entre estes e o professor é que as relações matemáticas começam a ser percebidas e enunciadas. O professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.
Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso do material concreto, decorre de ele conceder o ensino de matemática nas séries iniciais como um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Por falar em fantoches...

Estava procurando uma idéia para confeccionar um painel para apresentação de fantoches e Encontrei esta no site www.fabricadebrinquedos.com.br
achei muito criativa...








Entre no site www.fabricadebrinquedos.com.br e veja o passo a passo e lá também tem muitas idéias de brinquedos com sucata!
bjos...

fantoches

Adoro fantoches!!!
Passeando pela net descobri esses moldes, que são muito fáceis, tanto podem ser feitos no feltro quanto no tnt, ou seja o corpinho de Tnt, o rostinho, os detalhes e as mãozinhas de emborrachado (E.V.A).
Clique na imagem para ampliar, e uma ótima história!!!